Como a avezinha implume, no seu ninho,
Depende do cuidado de seus pais,
Assim careço eu do teu carinho
De que não posso prescindir jamais!
Desprotegido quando estou sozinho,
Cheio de nostalgia quando vais;
Junto de ti sou como um passarinho,
Insaciável, peço mais…e mais!
Deixa-me aconchegar bem no teu peito…
Não pode existir ninho mais perfeito,
Nem haverá mais terna protecção!
E se do teu amor ando sedento,
Dá-me beijos sem conta por sustento
Até eu ficar ébrio de emoção!...